As doenças alérgicas dia após dia estão cada vez mais sendo foco da atenção de nós brasileiros, seja por estar mais evidente em nossas vidas, seja pelo seu caráter hereditário e conseqüente aumento no número de casos. Mas vários tipos de alergia acometem a população mundial, desde uma dermatite alérgica, uma rinite alérgica uma bronquite alérgica ou ASMA. Nota-se que o incomodo ocorre em todas, mas não se ouve falar que um indivíduo morreu de rinite alérgica, ou de dermatite alérgica, mas o sofrimento é percebido pela diminuição na qualidade de vida destes indivíduos portadores dessas “doenças alérgicas”, já em relação à ASMA,  ocorre um a perda importante na qualidade de vida e infelizmente pode ocorrer a morte se não tratada. Hoje com o conceito de vias aéreas unidas e da marcha atópica, sabemos que devemos  desde o surgimento de uma rinite alérgica, já iniciar o tratamento para se evitar complicações piores até mesmo a evolução para a ASMA. Neste dia 21 de junho de 2011, gostaria de lembrar a importante figura do médico alergista, profissional que faz toda a diferença nesta luta contra a ASMA, sem menosprezar os outros profissionais, que com certeza são importantes nesta luta, mas o alergista deve sim se empenhar neste trabalho árduo de prevenção com orientações que vão de um controle ambiental, passando pelo tratamento farmacológico até quando indicado uma imunoterapia, orientado por uma história da doença bem elaborado exames físicos, laboratoriais e teste diagnóstico que forneça uma orientação alérgeno específica de cada paciente.  Dentro desta luta ao combate à ASMA, transcrevo um texto da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, disponível no site da ASBAI.

    http://www.asbai.org.br/secao.asp?id=497&s=51

21/6/2011

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  • Asma afeta de 10 a 25% da população brasileira
  • Moléstia é responsável por 2.500 óbitos
  • Especialistas da ASBAI apontam formas de tratamento e controle da doença

 

No dia 21 de junho, Dia Nacional de Combate à Asma, os médicos da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) reforçam a divulgação das estatísticas da doença. De acordo com os especialistas a asma é uma doença que afeta cerca de 10% a 25% da população brasileira, sendo responsável, anualmente, por 400 mil internações hospitalares (DATASUS 2001), 2.500 óbitos e um número incontável de atendimentos ambulatoriais, principalmente, em salas de urgência e de faltas ao trabalho e à escola.

O que é a Asma?

A asma é uma doença de origem genética que se acompanha de uma inflamação dos brônquios. Caracterizadas pelos sintomas de tosse, sensação de aperto no peito, respiração curta e chiado no peito.
De acordo com os especialistas, é importante que a asma seja reconhecida como uma doença alérgica e diagnostica precocemente para que seja controlada.Eles explicam que, na maior parte dos casos, a doença é diagnostica na faixa dos seis anos de idade ou então na adolescência e na fase adulta.Poucos são os casos diagnosticados antes dos dois anos de idade, fase em que 80% já apresentam a primeira crise.

Tratamento

Existem vários tipos de remédios para tratar a asma, mas pode-se dividir em dois grupos: Remédios aliviadores – para aliviar sintomas e tratar as crises da doença e Remédios controladores – que atuam na inflamação dos brônquios, controlam a doença e evitam novas crises. O tratamento pode ser feito com a utilização de medicações por via inalada sob a forma de sprays (conhecidas como “bombinhas”), nebulização ou como inaladores de pó seco.
“Um grande avanço no tratamento da asma foi a descoberta dos corticóides inalados (conhecidos como “bombinhas de cortisona”). Estes remédios não engordam, não viciam e não fazem mal ao coração. Pelo contrário, podem ser usados em adultos e crianças, por tempo prolongado para controlar a inflamação dos brônquios e evitar as crises de asma”, afirma Dr. João Negreiros Tebyriçá, presidente da ASBAI.
Outra maneira importante de prevenir é ressaltar que a higiene ambiental deve ser feita com rigor na casa dos pacientes que sofrem da doença.

Custos

A asma é a quarta maior causa de hospitalização, o que equivale ao terceiro maior gasto do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma doença específica, a um custo de aproximadamente R$ 111 milhões.

Os custos da asma podem ser divididos em três tipos: os custos diretos (aqueles que podem ser calculados, como médicos, serviços de ambulância, cuidados domésticos, medicamentos e hospitalizações), os indiretos (relacionados a faltas ao trabalho, direitos previdenciários, faltas escolares, redução de produtividade) e os incalculáveis (o sofrimento humano, do paciente e da família).

De acordo com a ASBAI, a maneira mais eficaz de reduzir os custos da asma é controlar a doença, por meio de diagnóstico e tratamento adequados. Para evitar crises e internações, é fundamental buscar orientação médica e seguir o tratamento prescrito.

Um comentário em “21 de junho de 2011 dia NACIONAL de combate a ASMA

  1. Muito bem lembrado amigo, todos devemos estar atentos e tratar da melhor maneira possivel nosso pcte atopico, a fim de evitar complicaçoes maiores no futuro. Parabéns pelo artigo, super esclarecedor

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